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| Insuaziane<\/b> Caros compatriotasSou um cidadão moçambicano como muitos que aqui têm feito os seus comentários. Concordo com alguns mas também discordo das outras opiniões. Infelizmente nos momentos de triteza e ou quandos estamnos com cabeça quente muitas vezes esquecemos aquilo que nos devia orientar. Após a independência a Frelimo adoptou o \'socialismo\' como ideologia para o país. O que é que tínhamos? Escolas, hospitais entre outros benefícios sociais eram suportados pelo Estado. Pagavamos valores simbólicos e tratados a medida das possibilidades do Estado. As diferenças não eram muito notórias. Alguns preços dos produtos essenciais eram subsidiádos, tais como, arroz, trigo, combustíveis, transportes públicos, energia, só para citar alguns. é importante salientar que Moçambique foi, é e será pobre pelos menos nos próximos dez anos. A conjuntura internacional e sem excluir a nacional obrigaram a mudanças na ideologia seguida pela Frelimo. hoje temo partidos que advogam as mais diversas teorias ideológicas para o país. Temos eleições gerais e a escolha tem recaído na Frelimo. Ela governa de acordo com o manifesto eleitoral. Já não estamos no socialismo. Estamos a entrar no capitalismo selvagem. Praticamente já foram retirados os subsídios aos produtos de primeira necessidade e estamos a pagar o preço real (!). Alguém pensa que o Governo vai manter os preços dos chapas? Como? a partir dos impostos? Durante quanto tempo? Hoje podemos cantar vitórias porque vai-se arranjar uma \'almofada\' (como disse um dia a nossa querida Primeira-Ministra\' mas atée quando? Aproveito a oportunidade para colocar as minhas sugestões: 1. Orgnaizar os chapas em cooperativas (ou linhas) 2. Fazer a concessão das linhas com obrigações claras quanto aos horários, número de viaturas, paragens, terminais, etc 3. Incentivar a criação de empresas de transporte de passageiros e dar facilidades de crédito (nada de oferecer viaturas como acontece com os TPM - mesmo considerando a responsabilidade social do Estado), 4. Definir metas e prazos e actualizar em função da realidade.só assim penso poderemos caminhar para uma solução sustentável e não dependente de chapas e de de todas as outras coisas que passamos neste momento.A terminar apelo aos meus compatriotas que podemos (e devemos) fazer manisfestações para reclamar aquilo que são os nossos direitos mas não vandalizar aquilo que vamos precisar.Muito Obrigado <\/font><\/td><\/tr> Julio Marracuene<\/b> | Orgulho-me muito de ser Moçambicano, mas envergonho-me de ter os Governantes que o meu País tem, daí o facto de zangado dizer porque também é verdade, de que no tempo dos Portugueses eu e a maioria da População viviamos melhor, em 33 anos que melhorias é que o nosso Povo teve, queremos uma Saúde a funcionar não temos, Educação está de rastos, ao ponto dos meus netos terem de levar de casa cadeiras para não se sentarem no chão quando assistem ás aulas, Transportes é o que se vê, Alimentação muito cara, enfim que molhorias? Será que em casa nós vivemos da Independência?Os nossos Governantes sim, vivem bem por causa da Independência, pois esses vieram substituir para pior os nossos antigos Colonos, nessa altura não havia liberdade, mas havia fartura e Estruturas a funcionar. Orgulho-me muito de ser Moçambicano, mas envergonho-me de ser colonizado por individuos da minha própria Raça.<\/font><\/td><\/tr> Apocalipse Now<\/b> | é penoso chegar aos 65 anos e estar a ralar pela vida. mas sinceramente passados 33 anos dpois da independência e sentir saudades do colono, é super triste.apesar dos problemas que o pais enfrenta e das extremas necessidades q a maioria dos moçambicanos passa, tem que haver um pingo de orgulho no que são as conquistas de um povo independentimente de estar bem ou mal governado. e a solução terá que ser encontrada pelos filhos desta terra, o exemplo foi o levantamento popular perante o aumento dos combustiveis. e por fim dizer aos que têm saudades do colono, que façam pedidos para mudarem de nacionalidade e sigam os seus queridos patrões que lá terão tudo a custo zero para evitarem o sofrimento perpetrado pelos seus compatriotas. <\/font><\/td><\/tr><\/table>'); |