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O executivo decidiu prestar no contexto da assistência social às vítimas das explosões, atenção especial aos cidadãos que ficaram incapacitados, garantindo assistência médica e medicamentosa, próteses e pensões.
Um outro comunicado, desta feita do próprio Conselho de Ministros, indica que o Governo considera que estão a ser implementadas as medidas necessárias para garantir tranquilidade e segurança dos cidadãos, com o início do processo de destruição de material bélico obsoleto e da transferência dos paióis militares para locais que não ponham em perigo a vida das pessoas.
O comunicado dá conta de que o Conselho de Ministros apreciou com satisfação a participação activa dos estudantes universitários no processo de avaliação dos danos causados pela explosão do paiol de Malhazine, e encoraja o prosseguimento deste processo, que considera importante na ligação dos estudantes com o povo, bem como para a elevação da sua preparação académica.
As explosões registadas no paiol de Mahlazine, refere o comunicado do Conselho de Ministros, afectaram mais de mil famílias, causando 100 óbitos e 515 feridos, dos quais 32 continuam ainda internados nos hospitais, além da destruição total ou parcial de importantes infra-estruturas socio-económicas, como escolas e hospitais. |