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Neste momento, o Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG) e as empresas gestoras dos sistemas tem vindo a investir no sentido de reduzir as perdas de água, um dos principais desafios no quadro do programa de expansão do acesso áquele precioso líquido.
Para o FIPAG, assim como para a Águas de Moçambique, principal gestora dos sistemas de Maputo, Beira, Quelimane, Nampula e Pemba, para além das perdas de água, será preciso prevenir ligações clandestinas, devendo-se para o efeito contar com a colaboração das autoridades locais.
Em termos concretos, segundo informações facultadas por Miguel Alves, director executivo do FIPAG, as perdas totais têm estado entre 30 e 60 por cento, com algumas cidades a registarem reduções de desperdício nos últimos dois anos, casos de Maputo, Pemba e ainda Chókwè e Maxixe estes últimos a entrarem para o quadro de gestão delegada de água.
As reduções das perdas do precioso líquido que se regista nestas urbes devem-se fundamentalmente às acções introduzidas na área comercial, bem como na técnica (reparações e substituições de troços de adutoras em mau estado, bem como no desmantelamento de ligações clandestinas).
O Fórum de Gestão Delegada do Abastecimento de Água realizado recentemente na capital, recomendou para a necessidade das empresas de água desenvolverem mecanismos apropriados que assegurem o envolvimento das autoridades e comunidades locais, no combate ás ligações clandestinas e na redução de perdas através da participação de fugas na rede... |