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A ocorrência, que não causou vítimas humanas, registou-se por volta das 15 horas, em plena hora de trabalho e saldou-se em incalculáveis danos materiais.
David Cumbane, coordenador da equipa de bombeiros, falando ao `Notícias´ foi lacónico explicando que o incêndio começou a meio da tarde e era de grandes proporções, tendo forçado a mobilização de cerca de 25 homens e cinco carros de combate a incêndios.
Até a altura em que a Reportagem do `Notícias´ esteve no local não havia ainda informação sobre as reais causas do incêndio. Contudo, um trabalhador que falou no anonimato e que se encontrava no interior da fábrica, quando o fogo se atiçou disse que as chamas partiram do fundo das instalações, seguindo um trajecto para a parte frontal, presumindo tratar-se de um curto-circuito.
`O fogo iniciou de forma rápida. E, em pouco tempo e a uma grande velocidade consumiu as máquinas de costura, os rolos de tecido e de napa, acto contínuo assistimos ao desabamento total do tecto.´ disse .
O responsável da fábrica, visivelmente chocado, pelo infortúnio, evitou pronunciar-se sobre o assunto, esperando fazê-lo oportunamente.
Não foi necessário mobilizar os bombeiros do Aeroporto ou da Mozal tal como acontece em fogos análogos. |